A escola AOG parabeniza os alunos do 6º01 da manhã e a professora Rosinete pelo belíssimo trabalho desenvolvido em sala de aula. Aqui vai alguns momentos da encenação, criada pelos próprios alunos, sobre conto de fadas.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Ser servidor público, como
o próprio nome sugere, é estar a serviço do povo. Um trabalho que exige compromisso
e intensa dedicação.
A escola AOG vem parabenizar os
servidores que contribuem, com eficiência e zelo, na realização de suas
atividades.
Neste dia especial,
agradecemos o empenho de todos aqueles que, através de seu trabalho, dão o
máximo de si para tornar a vida da população Mojuense cada vez melhor.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Hoje nossos parabéns vai pra a aluna Alana por essa belíssima produção textual.
GÊNERO:
MEMÓRIAS
PROFESSOR:
MARCOS MORAES
ALUNA:
ALANA BRENDA PANTOJA DOS SANTOS
SÉRIE:
8º01 TARDE
Quem
Afugentou a Pororoca
Antigamente
ocorria um fenômeno na cidade de Moju, um fenômeno que só ocorria uma vez por
ano, que atraia muitas pessoas de muito longe para vê o espetáculo natural.
Dia
06 e 07 de novembro são os dias mais esperados por nós moradores de Moju,
ocorria uma grande festa, enchia de pessoas em nossa cidade só pra vê o
acontecimento do ano, não era culto, uma festa ou mesmo uma data comemorativa.
Era
a pororoca, uma onda que acontecia quando duas correntezas muito fortes se
encontravam, a pororoca acontecia uma vez no ano em nossa cidade, ela trazia
muita alegria e tristeza ao mesmo tempo para os moradores, uma das tristeza era
quando a pororoca derrubava as casas da beira do rio e pessoas perdiam suas
casas, a parte boa era que a pororoca jogava peixes para beira do rio e os
pescadores pegavam eles e vendiam na feira, haviam muitas refeições na beira no
rio, peixe assado com açaí, maniçoba, tacacá, mingau de milho, frango no tucupi
e muitas outras gostosuras, havia um lindo pôr do sol que iluminava a água e
parecia que estrelas tinham caído sobre o rio, não havia visão mais linda e
perfeita igual a que tínhamos antes.
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| Alana Brenda |
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Homenagem da escola Antonio de Oliveira Gordo aos seus Professores
Qual é a base de uma
sociedade? Eu não tenho dúvida que é a educação, e a chave mestra é o
professor. É aquele que acredita que é possível compartilhar o conhecimento, só
mesmo o professor é capaz de ensinar apesar de tudo, dos salários muitas vezes
indignos, das jornadas longas, das escolas sem infraestrutura e sem conseguir
ele mesmo estudar, sim, porque lecionar exige constante aprendizado. Se existe
uma profissão que é generosa, porque dá muito mais do que recebe; se existe uma
profissão que é grande por natureza, porque eles são mestres, e, ser mestre é
saber a importância do saber; se existe uma profissão que é humilde, porque tem
a dimensão que é preciso conhecer sempre mais, essa profissão é a do professor,
eles nos ensinam muito mais do que disciplinas e matérias, eles nos dão
exemplo de vida, de uma vida dedicada ao outro. Parabéns a você que tem o
privilégio de formar outros profissionais, e obrigada por existir. Sem você não
seríamos ninguém, e só você pode nos dá a esperança de termos um futuro.
(Texto exibido no
programa Como será? E lido por Sandra Annemberg).
A todos os mestres Tops AOG
o nosso carinho.
Parabéns professores Tops
AOG.
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| Professores Tops AOG |
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| Professores Tops AOG |
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Pra este final de tarde, esta produção textual de mais um aluno da escola AOG.
GÊNERO:
MEMÓRIAS
PROFESSOR:
MARCOS
ALUNA:
FLÁVIA LUIZA RAPOUSO DA CONCEIÇÃO
TURMA:
8º01 TARDE
MOJU,
ANOS ANTES
Moju
era uma cidade bem pequena com poucos habitantes e ruas, não existiam tantos
bairros como tem hoje, as ruas eram bem estreitas e não eram asfaltadas.
Escolas
tinham duas, hospital só tinha um, era uma cidade pouco desenvolvida e sem
recursos para ir em outra cidade, as pessoas tinham que atravessar de barcas,
porque não tinha a ponte que tem hoje, as pessoas naquele tempo viviam mais
felizes porque não tinha tanta violência que hoje tem na nossa cidade.
Com
o passar dos anos a cidade ficou mais popular e grande, hoje tem muitos
bairros, escolas, ruas e avenidas. Hoje, temos a nossa ponte com ela ficou mais
fácil de se locomover para outra cidade, veio também muitas empresas que
naquele tempo não tinha, hoje, as pessoas tem mais trabalho e a violência vem
aumentando cada vez mais, é isso que eu tinha pra dizer de Moju.
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| Flávia Luiza Rapouso da Conceição. |
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