Projeto Político Pedagógico

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A escola AOG parabeniza os alunos do 6º01 da manhã e a professora Rosinete pelo belíssimo trabalho desenvolvido em sala de aula. Aqui vai alguns momentos da encenação, criada pelos próprios alunos, sobre conto de fadas.













quinta-feira, 27 de outubro de 2016

AVISO
Devido ao feriado do Dia do Funcionário Público que será amanhã(28/10/16), não haverá aula na escola. Retornaremos nossas atividades na segunda-feira(31/10/16).
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Ser servidor público, como o próprio nome sugere, é estar a serviço do povo. Um trabalho que exige compromisso e intensa dedicação.
A escola AOG vem parabenizar os servidores que contribuem, com eficiência e zelo, na realização de suas atividades.

Neste dia especial, agradecemos o empenho de todos aqueles que, através de seu trabalho, dão o máximo de si para tornar a vida da população Mojuense cada vez melhor.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A escola AOG parabeniza nossa Miss Caipira 2016 Yasmim Luiza Bittencourt Pantoja - aluna do 6º01 Tarde, pela passagem de seu aniversário no dia 25/10/2016.

Yasmim Luiza

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Hoje nossos parabéns vai pra a aluna Alana por essa belíssima produção textual. 

GÊNERO: MEMÓRIAS
PROFESSOR: MARCOS MORAES
ALUNA: ALANA BRENDA PANTOJA DOS SANTOS
SÉRIE: 8º01 TARDE

Quem Afugentou a Pororoca
Antigamente ocorria um fenômeno na cidade de Moju, um fenômeno que só ocorria uma vez por ano, que atraia muitas pessoas de muito longe para vê o espetáculo natural.
Dia 06 e 07 de novembro são os dias mais esperados por nós moradores de Moju, ocorria uma grande festa, enchia de pessoas em nossa cidade só pra vê o acontecimento do ano, não era culto, uma festa ou mesmo uma data comemorativa.
Era a pororoca, uma onda que acontecia quando duas correntezas muito fortes se encontravam, a pororoca acontecia uma vez no ano em nossa cidade, ela trazia muita alegria e tristeza ao mesmo tempo para os moradores, uma das tristeza era quando a pororoca derrubava as casas da beira do rio e pessoas perdiam suas casas, a parte boa era que a pororoca jogava peixes para beira do rio e os pescadores pegavam eles e vendiam na feira, haviam muitas refeições na beira no rio, peixe assado com açaí, maniçoba, tacacá, mingau de milho, frango no tucupi e muitas outras gostosuras, havia um lindo pôr do sol que iluminava a água e parecia que estrelas tinham caído sobre o rio, não havia visão mais linda e perfeita igual a que tínhamos antes.

Alana Brenda

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Homenagem da escola Antonio de Oliveira Gordo aos seus Professores 

Qual é a base de uma sociedade? Eu não tenho dúvida que é a educação, e a chave mestra é o professor. É aquele que acredita que é possível compartilhar o conhecimento, só mesmo o professor é capaz de ensinar apesar de tudo, dos salários muitas vezes indignos, das jornadas longas, das escolas sem infraestrutura e sem conseguir ele mesmo estudar, sim, porque lecionar exige constante aprendizado. Se existe uma profissão que é generosa, porque dá muito mais do que recebe; se existe uma profissão que é grande por natureza, porque eles são mestres, e, ser mestre é saber a importância do saber; se existe uma profissão que é humilde, porque tem a dimensão que é preciso conhecer sempre mais, essa profissão é a do professor, eles nos ensinam muito mais do que disciplinas e matérias, eles nos dão exemplo de vida, de uma vida dedicada ao outro. Parabéns a você que tem o privilégio de formar outros profissionais, e obrigada por existir. Sem você não seríamos ninguém, e só você pode nos dá a esperança de termos um futuro.

(Texto exibido no programa Como será? E lido por Sandra Annemberg).

A todos os mestres Tops AOG o nosso carinho.

Parabéns professores Tops AOG.


Professores Tops AOG

Professores Tops AOG

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Pra este final de tarde, esta produção textual de mais um aluno da escola AOG.

GÊNERO: MEMÓRIAS
PROFESSOR: MARCOS
ALUNA: FLÁVIA LUIZA RAPOUSO DA CONCEIÇÃO
TURMA: 8º01 TARDE

MOJU, ANOS ANTES
Moju era uma cidade bem pequena com poucos habitantes e ruas, não existiam tantos bairros como tem hoje, as ruas eram bem estreitas e não eram asfaltadas.
Escolas tinham duas, hospital só tinha um, era uma cidade pouco desenvolvida e sem recursos para ir em outra cidade, as pessoas tinham que atravessar de barcas, porque não tinha a ponte que tem hoje, as pessoas naquele tempo viviam mais felizes porque não tinha tanta violência que hoje tem na nossa cidade.
Com o passar dos anos a cidade ficou mais popular e grande, hoje tem muitos bairros, escolas, ruas e avenidas. Hoje, temos a nossa ponte com ela ficou mais fácil de se locomover para outra cidade, veio também muitas empresas que naquele tempo não tinha, hoje, as pessoas tem mais trabalho e a violência vem aumentando cada vez mais, é isso que eu tinha pra dizer de Moju.

Flávia Luiza Rapouso da Conceição.